Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Lisboa

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Carpe Diem

Chegou a altura deste Blog ganhar novo fôlego, ainda que provisório…
Em Abril, o sonho de uma página da paróquia na Internet fez com que o Blog passasse a ser percebido como uma realidade transitória…
O Projecto atrasou-se um pouco e lá apareceu mais uma publicação para o Blog que, entretanto, andou “avariado” com problemas (pré-anunciados) ao nível do servidor…
A preocupação não foi muita porque a página vinha já aí…
Conclusão: nem oito nem oitenta.
Nem deixar de viver o presente em nome de um futuro que está a chegar, fazendo do “hoje” uma realidade permanentemente adiada;
Nem hipotecar o futuro numa visão imediatista do presente que, embora possa parecer encantadora e seja tremendamente sedutora, ao jeito do “Carpe Diem” de “O Clube dos Poetas Mortos”, acaba por negar o futuro, deixando como meta apenas o vazio (e fazendo do professor, que o filme nos pretende vender como herói, o verdadeiro culpado da morte daquele jovem que protagoniza o falhanço de um projecto educativo que gera inadaptados, gente incapaz de lidar com o saudável conflito de gerações com que todos temos de aprender a viver e para que devemos ser preparados)…
Talvez, por isso mesmo, o Clube seja de facto de “Poetas Mortos”, na verdadeira acepção da palavra, embora não seja esse seguramente o sentido da mensagem que o autor do filme nos quis transmitir…
O verdadeiro desafio é, sem deixar de viver com os olhos postos no futuro, perceber esse mesmo futuro escondido ao jeito de semente, no presente que somos chamados a viver em toda a sua profundidade.
E é por isso que este Blog vai recomeçar.
Enquanto não passar definitivamente o seu testemunho à “página” que há-de vir…

Pe Luís Alberto

1 Comentários:

  • Este é um desafio bem ao estilo cinematográfico!!! Não tem perseguições a alta velocidade, nem explosões em 10 seg, nem tão pouco salvamentos de ciclones, mas é um desafio bem exigente. Desafia-nos a encontrar o equilibrio entre um presente que queremos viver com todas as nossas forças, com tudo aquilo que tem para nos dar e uma esperança num futuro que desejamos melhor, que não podemos hipotecar, que não queremos comprometer! E assim vivemos um dia a adiar a vida e outro a esbanjá-la, sem sabermos o que fazer. Até sermos capazes de corresponder ao desafio e de vivermos "com os olhos postos no futuro, perceber esse mesmo futuro escondido ao jeito de semente, no presente que somos chamados a viver em toda a sua profundidade."

    Francisca

    Por Blogger Francisca, Às junho 24, 2009  

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